Filosofia do Design

Filosofia do Design

Perfil destinado a publicar nossa produção multimídia (podcast Não Obstante), nossa série Fragmentos Filosóficos, além de comunicados gerais, divulgações, entrevistas etc.

Este site é, atualmente, apenas um arquivo.
Nosso novo endereço é: http://www.naoobstante.com/

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Não Obstante #21 – Estilo, criação e expressão

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Não Obstante #20 – Mesons, uma ontologia dos meios

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Fragmentos filosóficos #18 – Agamben e o homem sem conteúdo

Este é o décimo oitavo de nossos Fragmentos filosóficos, uma série composta por trechos selecionados e comentados (sob a curadoria de Marcos Beccari e Daniel B. Portugal), com a proposta de apresentar filósofos em suas próprias palavras. O trecho abaixo foi retirado do livro O homem sem conteúdo (Trad. Cláudio Oliveira. Belo Horizonte: Autêntica, 2012, p. 72), de Giorgio Agamben. Seleção e comentários de Marcos Beccari.

Como o espectador, frente à estranheza do princípio criativo, busca, de fato, fixar no Museu o próprio ponto de consistência, [...] do mesmo modo o artista, que fez, na criação, a experiência demiúrgica da absoluta liberdade, busca agora objetivar o próprio mundo e possuir a si mesmo. [...] Frente ao espaço estético-metafísico da galeria, um outro espaço se abre que lhe corresponde metafisicamente: aquele puramente mental da tela de Frenhofer, no qual a subjetividade artística sem conteúdo realiza, através de um tipo de operação alquímica, a sua impossível verdade. Leia mais…»

Fragmentos filosóficos #17 – J. Crary e o problema da atenção

Este é o décimo sétimo de nossos Fragmentos filosóficos, uma série composta por trechos selecionados e comentados (sob a curadoria de Marcos Beccari e Daniel B. Portugal), com a proposta de apresentar filósofos em suas próprias palavras. O trecho abaixo foi retirado do livro Suspensões da percepção: atenção, espetáculo e cultura moderna (São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 74-75), de Jonathan Crary. Seleção e comentários de Marcos Beccari.

Se a distração surge como problema no final do século XIX, isso ocorre de maneira inseparável da construção paralela, em vários campos, do observador atento. Embora Benjamin faça afirmações positivas sobre a distração em alguns de seus trabalhos [...], ele sempre pressupunha uma dualidade fundamental, em que a contemplação absorta, purificada dos estímulos excessivos da modernidade, era o outro termo. [...] Em vez disso, argumento que atenção e distração não podem ser pensadas fora de um continuum no qual as duas fluem incessantemente de uma para a outra, como parte de um campo social em que os mesmos imperativos e forças incitam ambas. Leia mais…»

Não Obstante #19 – Os sofistas e o pensamento antigo

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Fragmentos filosóficos #16 – Schiller sobre razão e sensibilidade

schiller-12Este é o décimo sexto de nossos Fragmentos filosóficos, uma série composta por trechos selecionados e comentados (sob a curadoria de Marcos Beccari e Daniel B. Portugal), com a proposta de apresentar filósofos em suas próprias palavras. O trecho abaixo foi retirado do livro A educação estética do homem (São Paulo: Iluminuras, 1995, carta IV), de Schiller. Seleção e comentários de Daniel B. Portugal.

O homem [...] pode ser oposto a si mesmo de duas maneiras: como selvagem, quando seus sentimentos imperam sobre seus princípios, ou como bárbaro, quando seus princípios destroem seus sentimentos. O selvagem despreza a arte e reconhece a natureza como sua soberana irrestrita; o bárbaro escarnece e desonra a natureza, mas continua sendo escravo de seu escravo por um modo frequentemente mais desprezível que o do selvagem. O homem cultivado faz da natureza uma amiga e honra sua liberdade, na medida em que apenas põe rédeas a seu arbítrio. Leia mais…»

Não Obstante #18 – Educação e Escolha

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Não Obstante #17 – O olhar contemporâneo de Peter Sloterdijk

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Fragmentos filosóficos #15 – Wittgenstein e os limites do pensar

Este é o décimo quinto de nossos Fragmentos filosóficos, uma série composta por trechos selecionados e comentados (sob a curadoria de Marcos Beccari e Daniel B. Portugal), com a proposta de apresentar filósofos em suas próprias palavras. O trecho abaixo foi retirado do livro Tractatus logico-philosophicus (3. ed. Trad. Luiz Henrique Lopes dos Santos. São Paulo: Edusp, 2008, p. 131), no prefácio escrito por Wittgenstein. Seleção e comentários de Marcos Beccari.

O livro pretende, pois, traçar um limite para o pensar, ou melhor – não para o pensar, mas para a expressão dos pensamentos: a fim de traçar um limite  para o pensar, deveríamos poder pensar os dois lados desse limite (deveríamos, portanto, poder pensar o que não pode ser pensado). O limite só poderá, pois, ser traçado na linguagem, e o que estiver além do limite será simplesmente um contrassenso. Leia mais…»

Existe design?: indagações filosóficas em três vozes [livro]
Autor(es): IVAN MIZANZUK; DANIEL B. PORTUGAL; MARCOS BECCARI
Publicado em: Teresópolis: Editora 2ab, 2013.

Três vozes, quatro perguntas: doze ensaios que propõem horizontes de respostas. É através deste formato que os autores deste livro nos convidam a refletir filosoficamente sobre o Design. Em meio aos ensaios, a um só tempo densos e saborosos, vemos surgir três perspectivas complementares do Design. São diferentes formas de encarar sua existência, suas diversas utilidades e inutilidades, suas dimensões morais e estéticas, seus percursos históricos e teóricos, suas características e potências específicas. Um livro para designers intelectualmente inquietos e para amantes do pensamento interessados em Design.

Metaconhecimento: Um esboço para o design e seu conhecimento próprio
Autor(es): RICARDO CUNHA LIMA; ANDRÉ S. MONAT; JORGE LÚCIO CAMPOS
Publicado em: BOCC. Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação, v. 03, 2008.

Há um conhecimento próprio do design? Podemos elaborar um método científico para o mesmo? Design é um aglomerado de tópicos advindos da arte, engenharias, ou ciências da cognição, entre muitas outras áreas do conhecimento a que poderíamos nos referir? Neste trabalho sustentamos que a atuação do designer é muito diferente de artistas ou engenheiros, citando apenas algumas profissões onde, freqüentemente, se insere o designer. O design é apresentado como uma área de conhecimento capaz de interpretar os resultados científicos de outras áreas e traduzi-los em objetos de uso. O único paralelo ao design é o da filosofia que, em sua definição clássica, também se apresenta como uma área de conhecimento próprio, empenhada em analisar o conhecimento advindo de outras áreas.

Otto Neurath e o legado do ISOTYPE
Autor(es): RICARDO CUNHA LIMA
Publicado em: Revista InfoDesign, v. 5, n. 2, 2008, p. 36-48.

O trabalho de Otto Neurath (1882-1945) e sua equipe, através do ISOTYPE (International System of TYpographic Picture Education), influenciaram profundamente o design de informação. Nesse artigo procuro descrever a trajetória de eventos que levaram Neurath a criar o ISOTYPE, para poder analisar o legado do ISOTYPE nos pictogramas e na infografia jornalística. Esse legado não se limitou à Europa e EUA, isso é demonstrado através de exemplos da influencia do ISOTYPE no Brasil.

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